Tudo Que Você Precisa Saber Sobre Blockchain e Smart Contracts


Criada pela Binance para ser um blockchain capaz de permitir o uso de smart contracts, hospedar uma série de aplicações descentralizadas e ser um novo concorrente do ecossistema Ethereum, a Binance Smart Chain se popularizou muito nos últimos meses, aumentando drasticamente a demanda por seu token nativo, o Binance Coin (BNB).


Mas como a Binance Smart Chain realmente funciona? Quais são seus benefícios? Quais são os principais riscos? E realmente vale a pena investir em seu token? Nessa edição do podcast do Future of Money, Nicholas Sacchi, Lucas Yamamoto e Lucas Josa discutem sobre o funcionamento da Binance Smart Chain e comentam sobre os principais fatores por trás da alta nos preços do BNB. Ficou curioso? Então assista o vídeo e se inscreva no canal para não perder nenhuma novidade.



Os blocos no contexto do blockchain são gerados automaticamente, sequencialmente e periodicamente em um curto intervalo de tempo.


No Bitcoin por exemplo, um novo bloco é gerado a cada 10 minutos, enquanto no Ethereum um novo bloco é gerado em até 20 segundos. Já no TRON um novo bloco é gerado cada 3 segundos.


Cada bloco pode conter zero ou mais transações e a quantidade de transações de cada bloco depende do limite de dados que podem ser salvos em cada bloco e da demanda de rede. No Bitcoin cada bloco pode ter no máximo 1 megabyte. Já no Ethereum e TRON os blocos possuem tamanho variável dependendo somente dos limites de ‘gas’ e energia por bloco.

Cada bloco pode possuir as seguintes informações:

  • Number

  • Hash

  • Timestamp

  • Prev Hash

  • Nonce

  • List of Transactions


Transações no contexto de blockchain representam primordialmente transferências de propriedade do ativo digital nativo de cada chain.


Transações são armazenadas dentro dos blocos que por sua vez são gerados periodicamente. Transações também são muito úteis para transferência e armazenamento de informações de forma segura e eficiente, uma vez que nenhuma transação pode ser alterada depois de confirmada pela rede.

Transações possuem as seguintes informações:

  • Hash

  • Block Number

  • Timestamp

  • Data (Any data)

  • Value

Consensus

Em organizações tradicionais a governança (toma de decisão) é feita de forma centralizada. Neste formato, os diretores e stake holders possuem o poder de decidir como a organização deve operar e interagir com o mercado.



Organizações descentralizadas utilizam algoritmos de consenso e votos como forma de governança não centralizada.


O termo ‘consenso’ (do consensus) é usado para definir o “acordo” entre os participantes sobre a autenticidade dos blocos e transações dentro da rede. Participantes geralmente são pessoas ou empresas que confirmam blocos de cada chain.


No Bitcoin e Ethereum, por exemplo, os blocos são confirmados por mineradores de blocos. Se você já minerou Bitcoin e Ethereum então provavelmente você já deve ter confirmado blocos sem ao menos saber como funciona.


Algoritmos de consenso no contexto blockchain são utilizados para garantir que o próximo bloco seja totalmente autêntico e seguro, ou seja, as transações são feitas por quem possui de fato a chave de segurança privada.


Existem vários tipos de algoritmos de consenso, cada um com diferentes funcionalidades e objetivos.

PoW — Proof-of-Work Proof-of-Work foi o primeiro algoritmo de consenso criado e utilizado em um blockchain. PoW é usado nos chains Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Dogecoin.


PoW também é considerado um algoritmo de consenso legado pois depende do poder computacional dos participantes para resolver problemas matemáticos com o objetivo de minerar blocos. Outras desvantagem conhecidas do PoW é o limite de transações por bloco e o alto consumo de energia.


DPoS — Delegated Proof of Stake

Delegated Proof-of-Stake ou DPoS é o algoritmo de consenso utilizado para definir um sistema de reputação em real-time através de votos.


No DPoS, os membros da comunidade votam para representantes da rede que podem confirmar blocos e assim serem premiados com a moeda digital nativa do blockchain. Por funcionar praticamente em real-time e gerar blocos a cada ~3 segundos, o DPoS possibilita alto volume de transações. Entre os chains que utilizam DPoS podemos destacar TRON, EOS, Listk, Cardano e Tezos.


PBFT — Practical Byzantine Fault Tolerance

Hyperledger Fabric não é e nunca será um blockchain. O PBFT no Hyperledger basicamente utiliza um modelo centralizado e permissionado ao contrario do Bitcoin, Ethereum e Tron onde as redes são organizadas em torno de tecnologias p2p.


Embora seja de certa forma eficiente, a implementação do Hyperledger Fabric possui falhas de segurança, complexidade acima da média e alto custo operacional.


FBA — Federated Byzantine Agreement O alto throughput e baixo custo das transações tornam o FBA atrativo para muitos casos de uso como por exemplo transferência de dinheiro digital, micro pagamentos e exchanges descentralizadas. Com transações que podem ser confirmadas em ~5 segundos, FBA é o mecanismo de consenso utilizado por Ripple (XRP) e Stellar (XLM).


Hoje em dia o consenso FBA é uma alternativa “quase descentralizada” ao BFT. Digo, “quase descentralizada” pois, no caso da Ripple e Stellar, praticamente todos os tokens foram pre-gerados no lançamento da XRP e XLM.


No caso da XLM qualquer um pode ser um validador de transações, porém não existe nenhum incentivo para rodar este serviço, tornando o protocolo de certa forma centralizado por empresas como IBM, Stellar e Lightyear.


No caso da XRP é ainda mais extremo, pois apenas “empresas” selecionadas podem se tornar validadores.


Crypto Wallets

Talvez este seja um dos pontos mais complexos para os usuários de blockchain. Gerenciar wallets pode se tornar um problema muito grande para leigos por conta da complexidade.


Todo blockchain precisa de uma crypto wallet. Crypto wallets são clientes de blockchains que fornecem uma interface amigável para o usuário interagir de forma segura e descentralizada. Keypair é nome dado para o conjunto “Chave Publica” e “Chave Privada”. Para interagir com qualquer blockchain precisamos criar uma chave publica e outra privada.



FONTE: Clique Aqui:


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