Bitcoin e altcoins se recuperam, moeda Ômicron dispara 900%.

Criptomoeda desconhecida com mesmo nome da nova variante do coronavírus saltou de US$ 70 para US$ 700 em dois dias.





A forte queda no mercado de criptomoedas na sexta-feira (26) em meio ao temor da nova variante Ômicron do coronavírus que abalou as bolsas mundiais pode ter cessado.


Após recuar 8% e chegar próximo de US$ 53.300, o Bitcoin (BTC) é negociado em alta de 4,2%, para US$ 56.808, às 7h de hoje.



A recuperação começou no domingo (28), com o preço ultrapassando brevemente a marca dos US$ 58 mil na abertura das bolsas asiáticas. Embora tenha fechado a segunda semana seguida de queda, a moeda digital permanece em terreno positivo no mês.


O dia é de ganhos generalizados para a maioria das 100 principais criptos por valor de mercado, com exceção de seis ativos – Amp (AMP), Elrond (EGLD), Basic Attention Token (BAT), Filecoin (FIL), Theta Fuel (TFUEL) e THORChain (RUNE), que recuam entre 1% e 5,6%.


The Sandbox (SAND) é mais uma vez a que registra melhor desempenho, com avanço de 15,4%, para US$ 7,19, em dia de lançamento da versão Alpha do jogo que vem sendo considerado o mais promissor a abrir caminho para o metaverso.


A game coin Gala (GALA) também se destaca com subida de 13,2% hoje, somando alta de mais de 80% na semana.


Outro ativo que se recupera com confiança é o Stacks (STX), token nativo da blockchain onde foram cunhadas as moedas MiamiCoin e NYCCoin, criadas por entusiastas de criptomoedas e depois abraçadas pelos prefeitos de Miami e Nova York para levantar capital para as cidades. O STX sobe 11,1% em 24 horas.


O resultado dessas criptos, no entanto, ficam bem abaixo do registrado por um ativo desconhecido que disparou 900% logo após o anúncio do nome da nova variante do coronavírus – ele também se chama Ômicron.


Cripto com mesmo nome de variante do coronavírus dispara 900%

Uma criptomoeda desconhecida disparou 900% sem razão aparente, a não ser por ter o mesmo nome da nova variante Ômicron do coronavírus.


A Omicron (OMIC) é a moeda de um protocolo de finanças descentralizadas (DeFi) construído em Ethereum que oferece farming (rendimentos em DeFi) por meio de títulos tokenizados. O ativo é negociado na exchange descentralizada (DEX) SushiSwap (SUSHI).


Essas características são relativamente comuns no mercado, mas nada disso parece ter sido levado em conta por investidores. Assim que a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a escolha do nome da nova variante, o preço do token saltou de US$ 70 na sexta-feira e chegou a atingir US$ 711 no domingo.


Fan token do Santos é o primeiro a ganhar distribuição via DeFi

O Santos tornou-se, na sexta-feira (26) o quinto time de futebol brasileiro a aderir aos fan tokens. O clube do litoral paulista, no entanto, é o primeiro do Brasil a ter seu ativo distribuído por meio de plataforma de finanças descentralizada (DeFi).


O protocolo PancakeSwap (CAKE) anunciou uma Oferta Inicial de Farming (IFO, na sigla em inglês) do token SANTOS. Farming é o processo de obter criptos mediante o depósito de um outro ativo digital. O processo é comum no meio DeFi como forma de obter rendimentos ou, no caso de IFO, para lançar uma nova moeda no mercado.










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Colaboração e pesquisa de:

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